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Superliga de Vôlei 2026/27 adota tecnologias avançadas para aprimorar desempenho e segurança dos atletas

A nova temporada da Superliga de vôlei começa com o uso de sensores, radares e sistemas de luz para monitorar saltos, medir velocidade de saques e desenvolver agilidade, integrando dados para melhorar desempenho e prevenir lesões.

A temporada 2026/27 da Superliga de vôlei inicia neste sábado (17), destacando-se não apenas pela competição acirrada, mas pelo avanço na aplicação de tecnologias sofisticadas que auxiliam no desempenho e na saúde dos atletas. Equipes como Minas, Sesi-SP, Campinas e Osasco utilizam sensores, radares e sistemas de luzes reativas para monitorar treinos, jogos e recuperação física.

Monitoramento e análise em tempo real

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) implementa um sistema integrado que reúne dados estatísticos em tempo real durante as partidas, como escalações, substituições, pontuação e desafios. Esses dados são captados por analistas via tablets conectados a softwares especializados, garantindo atualização imediata no site oficial e nos telões dos ginásios.

Ferramentas para aprimorar a performance individual

O Minas, vice-campeão na Superliga feminina, utiliza desde 2024 dispositivos como o Vert, um medidor digital colocado na cintura que avalia a altura e qualidade dos saltos, dados invisíveis a olho nu em partidas. Essa análise possibilita ajustes precisos na preparação física e prevenção de lesões, dado que o salto é um componente fundamental do vôlei.

A equipe também conta com radares que medem a velocidade dos saques e software de análise tática para planejamento estratégico dos jogos.

Treinamento cognitivo e interdisciplinaridade no Sesi-SP

O Sesi-Bauru complementa o treinamento físico com tecnologias que estimulam reflexos e agilidade, como o sistema de luzes reativas FitLight. Essa abordagem integrada envolve fisioterapia, psicologia, nutrição e medicina esportiva, promovendo não só melhora da performance, mas também a longevidade esportiva e a saúde integral dos jogadores.

Outras equipes e recursos tecnológicos

Campinas, finalista da última edição masculina da Superliga, utiliza o FitLight e dispositivos Catapult para monitorar o desempenho físico de seus atletas. No feminino, o Osasco aposta em ferramentas semelhantes para avaliação dos saltos e análise tática.

Esses avanços tecnológicos permitem uma visão completa do estado dos atletas ao longo da temporada, facilitando decisões que equilibram rendimento e prevenção de lesões em um calendário competitivo intenso.

A estreia do Sesi-Bauru e Osasco na Superliga feminina acontece em 19 de outubro, enquanto o confronto masculino entre Minas e Sesi-Bauru está marcado para 28 de outubro, reforçando o papel da tecnologia em alto nível na elite do vôlei brasileiro.

Tags: Monitoramento de AtletasPrevenção de LesõesSuperliga de VôleiTecnologia Esportiva

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