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Odair Hellmann destaca dificuldades no Athletico com desfalques e gols em bola parada no Brasileirão

O técnico Odair Hellmann avaliou o empate do Athletico contra o Vitória, ressaltando a influência dos desfalques na defesa e o problema com gols sofridos em bolas paradas.

O Athletico Paranaense enfrentou o Vitória em Salvador nesta 32ª rodada do Campeonato Brasileiro 2026 e empatou em 1 a 1. Após o jogo, o treinador Odair Hellmann comentou sobre as dificuldades da equipe, sobretudo ligadas aos desfalques no setor defensivo e à vulnerabilidade em bolas paradas, um problema que tem impactado resultados recentes.

Impacto dos desfalques defensivos

O técnico explicou que a ausência dos zagueiros Arthur Dias e Dantas, ambos lesionados, além de Carlos Terán, que não está mais no grupo, forçou mudanças que prejudicaram a organização da defesa. "Quando tem que mudar muito a estrutura, não só as características mudam, mas muda o entrosamento, muda a bola parada. Nós estamos sofrendo gols de bola parada", declarou Odair.

Para suprir a ausência dos titulares, apostar na base foi a solução adotada. Bruno Baldini iniciou a partida como titular, enquanto Kauan Alemão entrou no segundo tempo, realizando suas primeiras atuações pelo time profissional. "Não é a melhor das situações perder esses jogadores, mas também isso oportuniza outros", completou.

Manutenção da regularidade na competição

Apesar das mudanças e dos desafios no sistema defensivo, o Furacão segue entre os líderes do Brasileirão, ocupando o quarto lugar com 54 pontos. O treinador avaliou positivamente a consistência da equipe diante das adversidades: "Às vezes acontecem mudanças, trocam muito as características e o time acaba perdendo equilíbrio. Nós, com todas essas coisas que acontecem, estamos mantendo uma regularidade de performance e de pontos".

Desempenho do ataque e dificuldades no campo

Odair também analisou o desempenho do atacante Kevin Viveros, que não marcou nos últimos dois jogos. Segundo ele, o gramado do Barradão e a forte marcação adversária dificultaram as ações do camisa 9, caracterizado pela velocidade. "A gente produziu bastante situações para o Viveros, e a bola ajudava a prender um pouco mais. Ele é um jogador de velocidade e aqueles passes para conseguir algo a mais sempre trancavam um pouquinho", comentou, ressaltando que o jogador tem sido alvo de marcação intensa.

O treinador demonstrou confiança na recuperação do atacante nos próximos jogos: "Ele lutou, só não conseguiu o último movimento, de uma bola um pouco mais rápida que escapasse. Com certeza nos próximos jogos vai fazer".

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